quarta-feira, novembro 17, 2004

As andorinhas voam equidistantes por razões de simetria sem razão.
A frase razoavelmente incompleta.
O estigma das labaredas, um intervalo na dor, para que se veja, para que se sinta, e para que arda a indiferença física do todo-carbonizando.
Uma vez em lata, a sardinha é o nunca ter sido.
O queixume extingue-se num rastilho de martírio censurado, um flagelo sem crasso por questões de vocabulário mental.
Esporádicas asserções do seja como for, algumas por acontecer, mas debaixo da língua, o sabor a repetição mascarado de predador.
Uma voz quebrada pela continuidade de quando dá voz ao simples..
Complexado pela polifonia de um simples sem harmónicas.
Uma distância não fixa, mas para lá da cartografia.
Fim aos enredos sem história, universais em geografias sem mapa.
Destroços mal varridos, para que estale um novo princípio-fim.

domingo, novembro 14, 2004

O facto é que algures pelo meio, houve paz.

Uma paz em conformidade. Quase contínua em larga escala. Uma cabeça com cabeça.

Parece-me que o caminho pendente da guerra é irremediávelmente sinónimo de derrota. É derrotista também, daí esta frase. Mas constatá-lo é sinónimo de derrota.

Brinque-se pois aos crescidos da argila estética, numa tela de simples sobre uniformismo, vestido o uniforme da arte-arbusto. Selvática, essa tal de natureza. Vamos estar encaixados mas com um olhar arrogante para com as plantas.

Pois as tintas são a palavra-labareda na chama da pseudo-simbiose sorridente, e a tela a falsa consciência, mas verdadeira, pois natural. Elos portanto que só existem supostos, mas que unem até na desunião, isto claro, a um grau de focagem suficientemente desfocado. E desde que se saiba supor.

Os elevadores no prédio sobem e descem, mas sempre na vertical. É essa a guerra deles. Mentiram-lhes os cabos e as roldanas. Mas para eles, verdade ou mentira, a mentira não importa. Há uma guerra para travar.

O pior disto tudo, é o fervilhar das partículas. Atestadas de guerra. Pequenos explosivos que obedecem a sopros sem guerra.

A paz ali fora, à margem da fuga eterna. À espera de si mesma. Mas a paciência é um desconsolo disfarçado, não há botão de pausa.. a guerra, os explosivos, os desvios, os não-desvios, principalmente estes..

Hoje, nos últimos hojes, nos próximos hojes, espera-se em sinusóide de paciência sem paz.

Perseguições

Dói-me o sangue
de alguém,
paralítico.
Não corre,
não morre o mítico
em alguém.
Há também
uma floresta
sem luzes de festa,
com feras
virtuais.
São meras
mentiras
existenciais,
que miras,
nada a mais.
As feras são lentas
a encurralar-me nas vertigens
que me lembram as fuligens
de chaminés do desespero
sem fumo, semi-tormentas
que assumo placentas
de um novo que espero.
E voltar a subir?
Na hora em que os passos
são sinónimo de cair.
Descendentes compassos
de espera. A crença
não existe, só traços
de uma regurgitada desavença
nos estômagos da ilusão,
gástricas fábricas doentias
que produzem falhas no chão,
desequilíbrios. Sem acção.
As mãos da verdade ficam frias.
Os olhos das feras, e lá por trás
os olhos de alguém.

domingo, outubro 31, 2004

Então e agora?.. Pergunta muito repetida, e ei-la uma outra vez. Pergunta que esteve para sair e que não saiu. Sai agora, quando por repetição se erodiu o absurdo inerente, o complexo do de antemão código penal vigente, no Estado da transacção de meias-verdades, mas sólidas.
As pessoas sabem lá do que falam, as pessoas sabem lá ao que se referem. Mas falam, e referem, e pensam no imediato. E fazem-no guiadas pela voz de um uníssono-miragem, em conivência com a vassalagem pelo ego prestada.
Somos todos iguais. A mesma merda. Metam isto na cabeça, e tudo vai perder aquele véu de falsidade transparente.
O teatro só morre de vez quando não houver actores. Não basta fechar os olhos, pois que de representação não padece a arena.
E já não sei se estou a fazer sentido, no mau-contacto dos fusíveis da alma-verdade.
Fique a dúvida, mas de luz apagada.

sexta-feira, outubro 15, 2004

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Então e: morte morte morte, sangue sangue sangue?

e já agora estrelas luz, luar, céu brilho blablablablablablabla é isso tudo.

O importante é tentar ser rebelde e partir as coisas. Claro. Que óbvio. Que sim. e´tg er tg
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Líxivia aqui em doses do caralhão grande.

Vomitar vomitar vomitar vomitar, morrer. Vomitar.

gHGEr 34h 3

Sim, tanto ódio, ui. E imaginem agora a ouvir Bach ou Chopin. E a partir tudo! Mesmo à descontrolo sem nada e sem a haver com.gkreher+
hhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Porque é a música do partir tudo em todos os sentidos. E talvez faça sentido.

Mas só para quem pensa que percebeu.

bis, bis. Outra vez: gjhpejrhop eatg 43'yug 43' tjga w«ti2~~«2t5~«2t«32~5r9 AQ«3OTG'
«RFG5R0O«4'TR 0F43'T 043 T543 43
T F
´543YG 54Y54
YHG54 54 PYG54EYTGA4EQ
T #IO0T43~'

pLAYStatION num BloG perto de si

amor amor amor amor amor amor
fraldas
uma homogeneidade de homónimos heterogéneos.

Já tou a picuinhar! E partir tudo? bahhhhhh



ctéria!
Na artéria!


Bem, perdi a vez. És tu, vá.
Já podes.

E vais fazer, e pronto. Vamos todos em fila nas direcções opostas. Mas sem exageros. Só de faltas de.
Toma o joystick.

quarta-feira, outubro 13, 2004

Umas repentinas pequenas coisas para dizer em pequeno:
o dia sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. Umas pequenas ideias pensadas em pequeno. O desconcerto do concerto de primeiros andamentos, asfixiados sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. A repetição vagueia nas sombras. Uh. Muros que se erguem sem mais construção que o acto de erguer.
Erguido. O algo pode. Segundo andamento. Reminiscências do ordenado, da ordem de desordens sem importância nesse aspecto, com elos. Esquecida a incerteza dada como certa, agora as pequenas certezas incertas em que se gere, com cuidado para não exagerar nas telas-monitores, pequenos gestos para gesticular em pequeno.
Insignificante. Mas com razões.
Outros vão fixando noções verbalizadas do concreto sem verbo, mas nao forçosamente menos assímptotas.
Alguma confusão e por fim algumas coisas para dizer sem presença, cascos para remendar, a superficie-onda a parecer aflitivamente menos distante numa calmaria aflitiva. As gargantas de uma tripulação zombie sedentas demais.
João Bosco e o formato quase forçado dentro do diferente por somatório, mas pretensão não me parece.
Bastante confusão. Nota geral, de momento. O produto externo do interno do externo, com o externo, interno produto de vontades com existências sem dúvida.
Algures ainda, um rosto. Em lista de espera sem espera verdadeira, numa espécie de infelizmente esborratado pela falta de verdade em tudo enquanto parte. De um eu sem mim, mas nao é sem mim que me encontro em sítios sem desilusão no bom sentido, ou médio. Nem se pode perceber bem. Mas é para lá destas palavras, e para trás ao mesmo tempo, pois sou um eu sem mim, mas esta conclusão é rodeada de falsos olhares descréditos, ou mesmo expectantes de uma repetição, independentemente de primeira, segunda, ou etc, que lhe anexe a razão.
Nao sei se me faço entender. Por outro lado, sim, não. Mas por outro lado sim, deste lado, mas só nos intervalos da confusão e ainda do resto assexuado no tempo. A confusão sao duas, distintas. A formatada, e a carregada de oposição sem opositor.
Compositor do sono e do ali. Com repentinas pequenas coisas para dizer em pequeno, tentar nao esquecer. Ou tentar esquecer. Nao sei o que deve e o que não deve, só que nao acontece num plano de pessoa enquadrada num quadrado qualquer, que pode até ser outra forma. Frases de medida nula, mesmo que não, e pode até ser que seja indiferente. Uma diferença de medida nula.
E após os ligeiros alívios e recargas (olhem um), o tal esquisso de dia-a-dia com traças, mas pouco traçado e que perdura aos bocados, volta e meia. Sempre que pode o que não pode, aparece aqui. Mas isto é para não pensar como em mais do que uma coisa para pensar, daquelas que preenchem os de repentes de alívios e recargas referidas, mas que morrem por aí. Um pensamento tem o seu tempo de vida, com ou sem traças, e pode morrer muito doente, ou são e indolor.
Em termos do hoje, pensar demasiado nisso seria forcar um ridículo engasgante. De asfixia pura e impura. De destruição celular e fotocelular.
Vou então compor. E recompor. E essas coisas que aparecem nos fins.

terça-feira, outubro 05, 2004

Algo que está perdido, pelo meio do costumeiro, algo que nunca esteve ganho, pois claro. Pelo meio do costumeiro, uma sensação de derrota, hoje leve. O desvio do cansaço sem sensação. Um cansaço do sem nexo da prévia, por vezes emaranhado bolorento, por vezes mera pasta grudenta.
Falando em sensações, uma ténue chama brilha numa vela impossível, mas que verte a sua cera em gotículas amigavelmente corrosivas. E eu sempre perdido em termos de espaço-tempo, labiríntica física do pensamento. Surgem esboços de incertezas para preencher o vazio de certezas, e apagam os desenhos que nao se pintam.
É portanto ridículo falar nestes termos. Mas vou fingir que não faz mal.
Na horizontal, minimamente equilibrada.

segunda-feira, setembro 27, 2004

Porque nos recantos que se estimam refúgios, toma forma a forma.
Os clichés pairando num céu pouco descoberto e o simplesmente, perdido entre o sol e as nuvens.
Que sim.
Na escuridão, o espaço priva-se de brilho, a esparsa sensação dispersa num uniforme uniforme de mudez.
Vozes que ecoam caladas, vazias excepto de ecos, do ponto de vista de quem ouve.
Desterro falso e inutil constatação, o seguinte segue-se sempre, cega-se sempre.
Demência inútil em circularidade pouco adiabática numa cidade diabética de guloseimas sem sabor.

segunda-feira, agosto 16, 2004

Das cinzas emerge Conan, enegrecido pelo óbvio negrume exceptuando o olhar vencedor, distinto da vitória contudo, uma mera fatalidade recheada de força injectada sem dó pelas agulhas do Nada-combustão.

Melhor que nada.

Ou mau como tudo?

O fio que sabe que tem de passar pelo buraco da agulha, ou a luz que passa pelas frestas disponíveis e pronto. A chama pré-extintor, ou a fogueira agradável de Inverno. Labirinto sem saída, mas já agora liberta-se-lo de umas paredes.

Vidas, ou semelhante.

terça-feira, maio 11, 2004

Não achas?..

Tendência minimalista, é que eu não sei, :|

Escondam-se, escondam-se vem aí o metropolitano das coisas, etc.

Frases perdidas, refrões a meia voz, mas não penses que sim.

Ah, e a súbita vontade de rir do isso. Pela parvoíce? Pelo que não te disse?..

Radiografia à mente, é isso que eu queria/precisava, objectivo de vida? Só a menos de um resto. Preencher, fazer de conta que zero?

Açúcar ou limonada?

Qual? E tu? (o chamado círculo do post, se não foi visto, se foi repita-se, em letras gordas, ao contrário de umas outras)

Cântico incógnito por trás, influências exteriores ao interior de exteriores, mas interior ao exterior dos interiores de minha pertença, algum sol, já que vamos nessa onda, onda.. praia? Olha, não, mas era bem, num talvez. Nunca no Gerês, mas rima. E isto nem é a título de hehe, mas está. Então e você, caro ouvinte, caro seguinte, de uma fila qualquer, neo-fragmentos, acha que vai dar valor, ao sem-valor? Eu não acho, porque sou mentiroso, ou acho porque sou venenoso numas veias que não sei bem de quem são, mas acho que nenhuma. Ou meias.. Yin Yang por exemplo, mas isso são imagens tão pouco descritivas, se é que sim. São para estabelecer pontes, em primeiro lugar, com o ego, em segundo lugar com o consciente, semi, sem nenhuma ordem. Yin-Yang? Círculos, porque a vida é um ciclo? O porquê outra ponte? O açúcar é doce. Ponte? Hmm Estou a estabelecer paralelismos suicidas de conteúdos..

Recta final parece-me. Apetece-me? O quê? Pois, o problema agora é esse.. Encontremos de novo o espontâneo da decisão, com ou sem cérebro, aí numa esquina turtuosa, que nem uma viela, abusos de notação, hee, afogue-se o espírito em não-líquidos indescritíveis. Na dimensão do dito, leia-se. Estou a fugir das meias.. Encontra-se um todo substituto e sempre detentor de parcial, ou nulo. Não..

Cai mais uma ponte.

A nós o esplendor da Engenharia da não-Engenharia intrínseca à Engenharia..

Seja o que/como for, tem de ser complicado mas simples. Com muitas pontes, mas nenhum rio. E vice-versa, mas que conversa, hee, rima-driven, oceano de metano num planeta sem química, e vice-versa, hee

Dói-me a cabeça, e daí até não, será que ir atrás da visão desfocada, fotografia tremida, tempo de exposição elevado, aprendizagens, não destrói o dito do não-dito? Ritmo. Existe arritmia? Batida-driven, irregular regular. Meaning? Sim, mas excesso de assumpção, então não, naa, olha que não. Então?

A pergunta presunta, a resposta chouriço-imposta, para terminar sem ou com.

segunda-feira, março 29, 2004

Sandes com Planta, um copo de leite. O conforto desconfortante de um domingo, a altas horas. Algumas palavras, frutos do silêncio, e névoas-recordações de pessoas que falam comigo por imagem, sem dizer nada. Dizem muito, contudo. Dizem que de vez em quando nos cruzámos, e que de vez em quando nos inteirámos de existências exteriores. Passo dois, interacção, com mais ou menos 'inter'.

A leveza do passageiro, com a sua percentagem de melanco-rotineira ordem das coisas.

Os que percorriam os corredores estreitos mas compridos, oh, nunca mais acabam? Encontro alívio no passado implicado.. Mas figuras marcantes, e momentos dos tais. Os malucos de agora, e os menos malucos, corredores menos estreitos, e agora não interessa o tamanho.. Pouco interessa de facto, só pontualmente se finge. Uns sorrisos momentaneamente dispersantes de restante, umas brisas de bem-estar auto-justificado, e pouco mais. Ainda pequenas ambições grandes, com suspiros pós-sonho. Coisas.

Será para isto que se aprende a aprendizagem? Sanguinária reflexão sem sangue, consanguínea da putrefacção? Ou refinado baú de ouro, jóias, estética consciente de inconsciência? E dou por mim no erro do porquê.

Respostas sem fórmula é inimigo na tecelagem do caótico simples que somos.

Então porquê que as procuro?

sábado, março 13, 2004

Epílogo: Passou-se mais tempo.

É, as cenas arrastaram-se mais uns centímetros. As mangas têem saudades dos trunfos e eu também. Ter mangas sem trunfos é uma chatice, mas a qualquer momento eles hão-de aparecer de onde nunca sairam. A colectânea de misticismo monga à la Paulo Coelho porque sempre esperou à venda nas bancas. Mas o que é facto é que não há trunfos nas mangas. Que fazer?..

Hmm sumo de manga?

é hé hé

.

Prólogo: Vai-se passar mais tempo.

terça-feira, março 09, 2004

só anúncios, dass

placares aqui, ali e ainda pequenos chavões entremeados

aproveitar buracos de processamento, gerir, gerir

duas vertentes: o grupo de gente que faz e que é no fundo obrigada mesmo quando não, instinto de sobrevivência, e a outra vertente - larga escala, necessidades atendidas, no quando do lucro claro

e coiso e tal

moldes de pessoas, pessoas-bolos, pessoas-fôrmas, meio sim meio não

o suposto artificial não deixa de ser natural, mas isso já toda a gente sabe

o problema, caros, é a tendência..

o problema é o espírito que, descrente, se agarra a si, enrosca rebola reverte, mas sempre no si dos outros.. uma espécie de si bemol

luz, tudo o que ilumina cega

fechem os olhos por um bocado

e entretanto as cortinas de pano sem transparente já vêm, às tiras

já nem sei bem o que é a palavra global

e a visão, nocturna, diurna, no casebre-máscara da ausência

ser sistemático faz parte do sistema

o defeito está na mente?

o defeito é intrínseco. boa.

pimpimpim defeito pimpampimpompum

zagzagzag

perceberam?

espero que sim, apesar de não existir essência antes da dita

portanto espero que não

caos contido, caos sentido, caos consentido, caos com Tide

é que, "lava mais branco" :)

pequena vaga no mar de anúncios

vaga sem vagar, por favor, mais devagar,

já não há mesmo vagar

mas estou-me a marimbar

:|

sobremesa, sobre a mesa, sob o tecto e o olhar indiscreto

de quem se diz perdiz do céu de vidas, passos rasgados,

interrompidos,

contínuos na sua interrupção, mas inconscientes, contentes,

o dia-a-dia faz a opinião

vida sim, inteligência não, ah, biologia, que mania

que tens, essa de ter manias.

yep. o ponto é aquele.

that's my point

e pelo meio as palavras pegaram no volante do veículo das palavras

seremos mais que engrenagens sem meta?

vai uma pergunta obsoleta?

oh bolas já foi

eu também já fui. isto hoje ficou esquisito

não de denso, como às vezes, mas de esquisito

é. esquisito é a palavra.

correu bem ou mal?

olha, esquece.